UM TEMPO
(não sei quanto dele)
Marcelo Sanches
Um tempo, não sei quanto dele
Não me permiti sequer respirar!
Confusão sem sentidos que eu acreditava ser,
O mundo era um jogo que eu não queria jogar
Um tempo, não sei
quanto dele
Não me permiti usar o meu corpo!
Como poderia eu me comunicar com todos vocês?
O mundo era perfeito, de fato e direito,
E eu..um “pobre sujeito”!
Foi na madrugada
do silêncio
Pesadelo de olhos abertos
Lembrei-me de ouvir as minhas vozes!
Senti-me completamente só!
(solo)
Confusão sem sentidos
que eu acreditava ser
O mundo era um jogo que eu não queria jogar
Durante um tempo
Não sei quanto dele eu vivi
O meu verdadeiro inferno
E nesse contratempo
Não pude ou não quis perceber
Que o tempo é o verdadeiro Deus!
* ESTA MUSICA ESTÁ REGISTRADA NA BIBLIOTECA NACIONAL DO RIO DE JANEIRO.